Portugal e a intervenção militar no Afeganistão

dc.contributor.authorPalma, Elisabete
dc.date.accessioned2015-08-20T11:06:38Z
dc.date.available2015-08-20T11:06:38Z
dc.date.issued2003
dc.description.abstractO estatuto dos prisioneiros capturados pelas forças afegãs anti-taliban e norte-americanas é fonte de divergências entre o governo dos EUA e diversas organizações de defesa do direito internacional e humanitário. O estatuto de prisioneiro de guerra é salvaguardado pelas Convenções de Genebra de 1949 e seus Protocolos Adicionais, que consagram uma série de direitos a conceder aos indivíduos capturados num conflito. Os EUA não integram os taliban nesta categoria, considerando-os combatentes irregulares e, portanto, merecedores de um tratamento inferior ao constante na Convenção.por
dc.identifier.isbn972-8197-47-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1744
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2003/2003_2_3_12.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titlePortugal e a intervenção militar no Afeganistãopor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2003: A convulsão internacionalpor
dspace.entity.typePublicationen

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