Arquitetura, um lugar de fronteira. A margem do Tejo, a margem de Lisboa e a 3ª margem.
| dc.contributor.advisor | Lobo, Inês | |
| dc.contributor.author | Sartore, Alessandro Vieira | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-10T11:36:39Z | |
| dc.date.available | 2025-03-10T11:36:39Z | |
| dc.date.issued | 2024-09-04 | |
| dc.description.abstract | Uma fronteira é determinada por seus limites, produz um espaço, que, quando ocupado por um corpo, é potencialmente um lugar. A arquitetura, como um lugar de fronteira, baseia-se na construção de limites mediadores, mutáveis e dinâmicos; em determinado espaço, tempo e circunstância. Um porto é uma fronteira mediada por seus limites com a cidade e com a água; ora tende para a cidade, ora tende para a água, mas poucas vezes para ambos em simultâneo. Seu território de implantação é determinado por características geográficas, sociais e econômicas, fundamentais na formação e transformação das cidades portuárias. Esta lógica acompanhou as intensas alterações pelas quais estas urbes foram submetidas. Lisboa não foge a este ciclo, é fruto deste modelo urbanístico entrelaçado nas relações com a água; beneficiou-se da sua geografia, adaptando-se aos seus ciclos naturais, sociais, econômicos e atuando sobre seu território com operações urbanísticas contundentes. O Tejo, que outrora determinava a margem ribeirinha e desenhava o limite da cidade, incorporando os ciclos das marés ao cotidiano de Lisboa, passa a ser redesenhado pelo aterro de forma impositiva; este território adquirido junto ao rio, sua ocupação predominantemente industrial, e seu acesso dificultado por suas infraestruturas, apartam, hoje, nomeadamente no troço da Doca do Poço do Bispo em Marvila, cidade e água. Gera um espaço sem identidade, uma fronteira definida por dois limites rigorosos, entretanto nada negociados. O projeto 3ª Margem aponta para a possibilidade de um lugar, onde a estratégia é a construção de artefatos arquitetônicos laboratoriais radicais, baseados em três premissas: conter, conviver e ceder, no intuito de amplificar a consciência disciplinar das fronteiras da arquitetura com o mundo. | |
| dc.identifier.tid | 203606795 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11144/7176 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | arquitetura | |
| dc.subject | lugar | |
| dc.subject | fronteira | |
| dc.subject | Lisboa | |
| dc.subject | água | |
| dc.title | Arquitetura, um lugar de fronteira. A margem do Tejo, a margem de Lisboa e a 3ª margem. | |
| dc.type | masterThesis |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1
Loading...
- Name:
- Alessandro Sartore Dissertação Mestrado UAL 2023 digital A2 (2).pdf
- Size:
- 60 MB
- Format:
- Adobe Portable Document Format