Inteligência Artificial: Um novo centro de poder
| dc.contributor.author | Raimundo, António | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-17T15:14:29Z | |
| dc.date.available | 2025-03-17T15:14:29Z | |
| dc.date.issued | 2023 | |
| dc.description.abstract | Thomas Hobbes, em 1652, expressou a opinião que o “pensamento humano resulta da manipulação de símbolos” e afirmou mesmo que “quando um homem raciocina, não faz mais do que conceber uma soma total, pela adição de parcelas, ou conceber um resto, pela subtração de uma soma a outra”. Numa expressão mais elementar e simplificando o complexo, o cérebro humano é um processador de símbolos. Ora um computador é, no essencial, um mecanismo que processa símbolos, mas isso não o faz inteligente, mas simplesmente mais rápido. Em 1936, Alan Turing, matemático, demonstrou que qualquer computador com suficiente memória, que manipule símbolos, consegue fazer cálculos e Alonzo Church descreveu um mecanismo de cálculo que pode ser executado por uma máquina que processe símbolos. O conjunto destes dois princípios base, conhecido como tese Church-Turing, permite induzir que qualquer resultado que possa ser efetivamente calculado pode ser processado por uma máquina de Turing1. A partir desta tese, não podemos concluir que um sistema automático, um computador, possa ser considerado inteligente, mas, e tão só, que pode processar modelos matemáticos que simulam (emulam) funções consideradas como constituintes da inteligência humana – aprender, reconhecer, simular, etc. As técnicas utilizadas na emulação destas funções são suportadas em modelos, modelos matemáticos, que simulam o funcionamento de neurónios e sinapses, em processos de complexidade crescente | |
| dc.identifier.issn | 2183-4814 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11144/7202 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Relações Internacionais | |
| dc.subject | Inteligência Artificial | |
| dc.title | Inteligência Artificial: Um novo centro de poder | |
| dc.type | journal article | |
| oaire.citation.edition | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | |
| oaire.citation.title | Janus 2023- Anuário de conjuntura-Ibero-América: uma aproximação interdisciplinar à região |
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