A Aliança Luso-Britânica: linhas de força de um relacionamento secular

dc.contributor.authorMatos, Mário Godinho de
dc.date.accessioned2025-03-14T14:47:40Z
dc.date.available2025-03-14T14:47:40Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractAs alianças são geralmente consideradas como constituindo acordos formais entre dois ou mais Estados com o objectivo de cordenar os respectivos posicionamentos face à eventualidade de ocorrências específicas. Trata-se basicamente de uma troca de autonomia por uma garantia de apoio. As dinâmicas das alianças podem levar ao “abandono” por parte de um aliado ou para um “arrastamento” em direcção a um conflito contrário aos interesses de alguma das partes. A Aliança Luso-Britânica data de 1373 e mantém-se válida porque assenta em fortes raízes geopolíticas. O primeiro--ministro inglês Lord Palmerston, em meados do século XIX, define assim o que a Aliança luso-britânica representava para a Inglaterra: “800 quilómetros de costa marítima acolhedora para a sua esquadra na passagem para o Mediterrâneo. Lisboa nas mãos de um inimigo era fatal para Inglaterra”.
dc.identifier.issn2183-4814
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/7178
dc.language.isopor
dc.subjectRelações Internacionais
dc.subjectAliança Luso-Britânica
dc.subjectHistória
dc.titleA Aliança Luso-Britânica: linhas de força de um relacionamento secular
dc.typejournal article
oaire.citation.editionOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
oaire.citation.titleJANUS 2023 – Análise de Conjuntura – Ibero-América: uma aproximação interdisciplinar à Região

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