Museu Dom José: legado educativo e transformações durante a gestão da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)

dc.contributor.authorMelo Filho, Antonio Luciano Moraisen_US
dc.contributor.editorSilva, Maurício André daen_US
dc.contributor.editorCosta, Andrea Fernandesen_US
dc.date.accessioned2026-09-01T14:03:02Z
dc.date.available2026-09-01T14:03:02Z
dc.date.issued2024en_US
dc.date.updated2026-09-01T12:28:20Z
dc.description.abstractO Museu Dom José (MDJ), localiza do na cidade de Sobral, é uma ins tituição privada, pertencente à Diocese local, que ao longo dos anos marcou ge rações de habitantes de Sobral, ilustran do as narrativas hegemônicas construí das sobre a cidade e a região norte do Estado do Ceará. Inaugurado em 1952 pelo primeiro bispo diocesano, que dá nome ao museu, passou por várias fases, enfrentando desafios e transfor mações, mas sempre mantendo sua re levância no cenário cultural do Ceará1. O período entre 1990 e 2015 foi muito significativo para o MDJ, marcado por mudanças administrativas, reformas físicas e uma crescente ênfase na pro moção da instituição. Em 1987, a UVA assumiu a adminis tração do MDJ através de um acordo de manutenção. José Teodoro Soares (1940-2016) assumiu a reitoria da UVA em abril de 1990, permanecen do no cargo por 16 anos. O então reitor buscou introduzir uma mentalidade de revitalização na instituição e pode-se afirmar que o nome da professora Gio vana Saboya se destaca neste contexto. Teodoro convidou a referida professora do corpo docente da UVA para dirigir o MDJ, devido à sua descendência de famílias tradicionais de Sobral, como evidenciado na “Apresentação” do li vro Sobral: História e Vida (SOARES & GIRÃO, 1997, p. 10), escrito por Gio vana e Norma Soares. Sob sua liderança, o museu experimentou uma notável revitalização no fluxo de visitantes, es pecialmente estudantes das escolas de Sobral e cidades vizinhas. No entanto, ao direcionar o olhar dos visitantes para um modelo centrado na elite católica e branca, a diretora perpetuou na insti tuição abordagens expositivas tradicio nais, priorizando a saturação de objetos que eram justificados como “represen tativos de diferentes modos de vida e formas de expressão de vários grupos culturais da sociedade de Sobral em diferentes momentos” (MDJ, 2001). A professora Giovana Saboya trouxe para o MDJ não apenas sua experiência acadêmica, mas também uma conexão com uma parte da história e cultura de Sobral.
dc.description.version7A16-E9D9-DFD3 | Antonio Luciano Morais Melo Filho
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.isbn978-85-60984-73-2en_US
dc.identifier.isbn978-85-60984-74-9en_US
dc.identifier.isbn978-85-60984-75-6en_US
dc.identifier.isbn978-85-60984-76-3en_US
dc.identifier.slugcv-prod-4095874
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/8023
dc.language.isopor
dc.publisherICOM-CECAen_US
dc.rightshttps://purl.org/coar/access_right/c_abf2en_US
dc.subjectMuseu Dom Joséen_US
dc.subjectSobralen_US
dc.subjectCearáen_US
dc.subjectMuseologiaen_US
dc.subjectHistória dos Museusen_US
dc.titleMuseu Dom José: legado educativo e transformações durante a gestão da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)en_US
dc.typejournal article
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oaire.citation.locationBrasilen_US
oaire.citation.startPage89
oaire.citation.titleHistória da educação museal no Brasil [traduzido para inglês, espanhol e francês]en_US
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