União de facto – efeitos patrimoniais post mortem.
Date
2026-09-22
Embargo
2029-09-22
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Portuguese
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O presente trabalho tem como objeto a união de facto. Tendo como ponto de partida a Constituição da República Portuguesa, a qual prima pela dignidade da pessoa humana, especificamente em seu artigo 36º consagra que todos tem o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade e, com base nestes ditames, verificar se a união de facto deva ser entendida como entidade familiar e não parafamiliar. Para tanto, necessário analisar o conceito e elementos de família e do casamento, bem como qual o regime de bens que está para o casamento e que poderia, eventualmente, ser adotado na união de facto e de que forma os membros da união de facto iriam externar a escolha de regime de bens. Será abordado um comparativo entre o instituto em questão e a união de estável, visto que no Brasil a união estável adquiriu status Constitucional, tendo como escopo garantir direitos e igualdade inerentes ao instituto do casamento e diante da não formalização o que se busca é assegurar as garantias pessoais e patrimoniais dos companheiros. Demonstrar que a União de Facto, deve ser vista como uma entidade familiar e possa se valer do regime de bens do casamento, por conseguinte, gerando efeitos patrimoniais post mortem.
Keywords
Família, casamento, união de facto, efeitos patrimoniais post mortem
Document Type
masterThesis
Publisher Version
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TID
...
Designation
Mestrado em Direito, Ciências Jurídicas
Access Type
Open Access