Operação “Espadas de Ferro” – O Fantasma de Batis (Parte II)

dc.contributor.authorMatos, Hermínio
dc.date.accessioned2025-03-17T15:06:01Z
dc.date.available2025-03-17T15:06:01Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractEm 332 a.c., Alexandre o Grande tomou Gaza – praça-forte estratégica para a conquista do Egipto –, mas só depois de um longo cerco e enfrentando uma resistência feroz dos habitantes de Gaza, e o apoio de mercenários árabes, liderados por Batis, apelidado de “rei de Gaza” e leal servidor de Dario III, o Codomano, que já então fez uso de uma rede de túneis que a textura do solo de Gaza lhe permitiu desenhar dentro das muralhas da cidade. Depois de finalmente conseguir tomar a cidade, Alexandre, assolado pela raiva, exibiu o cadáver de Batis, arrastando--o, ao longo das muralhas da cidade, numa evocação explícita do episódio homérico de Aquiles e Heitor, autor que Alexandre muito admirava e de quem era leitor confesso. Segundo Filiu1, os relatos desta batalha parecem ser as primeiras referências históricas ao subsolo de Gaza, cuja imbricada rede de túneis permanece na actual Faixa de Gaza. Factos históricos que, inexoravelmente, evocam o conflito armado actualmente em curso entre o Estado de Israel e a organização terrorista islamista Hamas.
dc.identifier.issn2183-4814
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/7201
dc.language.isopor
dc.subjectRelações Internacionais
dc.subjectConflito Israelo-árabe
dc.subject7 de Outubro
dc.titleOperação “Espadas de Ferro” – O Fantasma de Batis (Parte II)
oaire.citation.editionOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
oaire.citation.titleJanus 2023- Anuário de conjuntura-Ibero-América: uma aproximação interdisciplinar à região

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