Sino-Brazilian cooperation in analysis: bilateralism, multilateralism and minilateralism

dc.contributor.authorTavares, António
dc.contributor.authorGasparyan, Asya
dc.contributor.authorCosta, Cátia M.
dc.contributor.authorPalmeira, José
dc.contributor.authorDuarte, Paulo Afonso B.
dc.contributor.authorMedeiros, Sabrina E
dc.date.accessioned2024-12-18T15:26:02Z
dc.date.available2024-12-18T15:26:02Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractO atual sistema internacional passa por diversas mudanças estruturais impulsionadas pelo chamado Sul Global, na tentativa de alterar as normas e as organizações estruturantes construídas após a Segunda Guerra Mundial sob a hegemonia dos EUA. Os Estados emergentes, que têm uma grande influência no sistema internacional, questionam frequentemente a natureza ocidentalizada da governação global e das suas principais instituições, como as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. Neste contexto, parece pertinente estudar os casos do Brasil e da China, que procuram mudanças nas relações tradicionais Norte-Sul que há muito não conseguem reflectir a dinâmica de poder resultante da sua emergência. Para tal, prestaremos especial atenção não só às suas iniciativas bilaterais e multilaterais, mas também ao potencial do minilateralismo como abordagem complementar no processo, apesar de muitas vezes negligenciado pela literatura. Com base nesta lacuna, argumentamos que a interação entre bilateralismo, multilateralismo e minilateralismo é crucial nos esforços sino-brasileiros para reformar estruturas obsoletas em prol dos seus próprios interesses e dos do Sul Global. Dito isto, a pergunta de pesquisa que norteará nosso estudo é a seguinte: Qual o papel do bilateralismo, do multilateralismo e do minilateralismo nas relações sino-brasileiras? Centrando-nos nas dinâmicas específicas de cooperação bilateral e de minicooperação, juntamente com os fóruns multilaterais em que a China e o Brasil estão integrados - nomeadamente o Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas, o Novo Banco de Desenvolvimento, os BRICS, o BASIC, o G20, entre outros - pode-se esperar a interação entre bilateralismo, multilateralismo e minilateralismo para assumir um papel crescente e complementar nas relações sino brasileiras.
dc.identifier.issn1647-7251
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/7110
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.subjectBilateralismo
dc.subjectBrasil
dc.subjectChina
dc.subjectSul Global
dc.subjectMinilateralismo
dc.subjectMultilateralismo
dc.titleSino-Brazilian cooperation in analysis: bilateralism, multilateralism and minilateralism
dc.typejournal article
dcterms.referenceshttps://doi.org/10.26619/1647-7251.DT0324.2
oaire.citation.editionOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
oaire.citation.issuenº2, TD 1
oaire.citation.titleJANUS.NET e-journal of International Relations. Vol.15, n.2- Thematic dossier : Brazil-China relations: The rise of modern International Order
oaire.citation.volume15

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