Milei e Bolsonaro: duas faces de uma moeda populista
| dc.contributor.author | Romão, Filipe Vasconcelos | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-18T12:24:49Z | |
| dc.date.available | 2025-03-18T12:24:49Z | |
| dc.date.issued | 2023 | |
| dc.description.abstract | As presidenciais argentinas celebradas no ano passado vierem confirmar o predomínio dos ciclos curtos na política latino-americana. Num continente dominado por sistemas presidencialistas (a grande excepção na América é o parlamentarismo canadiano), durante anos, depois do regresso da democracia à América Latina, no final da década de 80 do século XX, a reeleição parecia estar garantida para os presidentes em funções. A popularidade dos mandatários em exercício levou mesmo a reformas constitucionais que abriram portas à reeleição imediata em sistemas em que esta não era permitida – Argentina com Carlos Menem (1994); Brasil com Fernando Henrique Cardoso (1997); e Colômbia com Álvaro Uribe (2005). | |
| dc.identifier.issn | 2183-4814 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11144/7211 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Relações Internacionais | |
| dc.subject | Política | |
| dc.subject | Brasil | |
| dc.title | Milei e Bolsonaro: duas faces de uma moeda populista | |
| oaire.citation.edition | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | |
| oaire.citation.title | Janus 2023- Anuário de conjuntura-Ibero-América: uma aproximação interdisciplinar à região |
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