Balancing continuity and adjustments in Brazil’s foreign policy towards china: a comparative approach between Bolsonaro and Lula’s third term

dc.contributor.authorRubiolo, Florencia
dc.contributor.authorFiore, Gonzalo
dc.date.accessioned2024-12-18T15:01:36Z
dc.date.available2024-12-18T15:01:36Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractA política externa de Bolsonaro, caracterizada por uma identidade firmemente conservadora alinhada com ideologias populistas de extrema direita, enfatizou o antiglobalismo, o nacionalismo e narrativas adversas. A sua administração promoveu laços estreitos com a administração Trump, influenciando o afastamento do Brasil dos países emergentes e dos blocos internacionais. Este pivô testou o relacionamento anteriormente forte do Brasil com a China, levando à estagnação nas relações diplomáticas e políticas, contrastando fortemente com as abordagens proativas dos antecessores de Bolsonaro. Com o retorno de Lula da Silva à presidência em 2023, a política externa brasileira passou por uma revisão significativa durante seus primeiros cem dias. Lula pretendia restaurar elementos-chave da sua política externa anterior, enfatizando a cooperação Sul-Sul, revitalizando os BRICS e redefinindo a agenda internacional do Brasil no meio do conflito em curso na Ucrânia. Esta reorientação impactou notavelmente as relações Brasil-China. Este artigo fornece uma análise aprofundada da política externa de Jair Bolsonaro em relação à China de 2018 a 2022 e examina o primeiro ano da administração de Lula da Silva em 2023. Explora as dimensões diplomáticas e económicas das suas respectivas abordagens em relação à China, destacando tanto as mudanças como as continuidades. O principal argumento postula que durante o mandato de Bolsonaro, as relações do Brasil com a China passaram por ajustes políticos e diplomáticos em linha com a narrativa conservadora da política externa do governo. Apesar disso, a China manteve um papel crucial na agenda económica do Brasil. Após o regresso de Lula ao poder em 2023, as iniciativas diplomáticas em relação à China foram rejuvenescidas, reflectindo uma aproximação política com Pequim. Esta mudança materializou-se através de compromissos oficiais de alto nível e da continuação de laços económicos robustos, ilustrando uma relação bilateral e multilateral restaurada.
dc.identifier.issn1647-7251
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/7107
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.subjectPolítica externa brasileira
dc.subjectautonomia
dc.subjectChina
dc.subjectpotência média
dc.subjectrelações econômicas
dc.titleBalancing continuity and adjustments in Brazil’s foreign policy towards china: a comparative approach between Bolsonaro and Lula’s third term
dc.typejournal article
dcterms.referenceshttps://doi.org/10.26619/1647-7251.DT0324.5
oaire.citation.editionOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
oaire.citation.issuenº2, TD 1
oaire.citation.titleJANUS.NET e-journal of International Relations. Vol.15, n.2- Thematic dossier : Brazil-China relations: The rise of modern International Order
oaire.citation.volume15

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