“O Longo Ciclo Regencial e a Transição para o Regime Constitucional, (1786-1834)”

dc.contributor.authorSubtil, Joséen_US
dc.date.accessioned2026-09-28T11:24:26Z
dc.date.available2026-09-28T11:24:26Z
dc.date.issued2026-01-01en_US
dc.date.updated2026-05-19T14:10:47Z
dc.description.abstractEntre os aspetos mais impressivos sobre o processo do nascimento do regime constitucional contam-se, por um lado, a instabilidade da titularidade do trono na Casa de Bragança refletida em sucessivas regências e, por outro, o uso da força militar (Évora-Monte, 1834) para resolver em definitivo o problema, depois de a luta política não ter sido capaz de impor uma solução. O presente texto procura enfatizar e analisar a crise continuada das regências, uma precariedade do trono que terá contribuído para a persistência em alcançar uma mudança do regime. Durante cinco décadas (1786-1834), o Reino só teve, de facto, um rei em exercício, por cerca de cinco anos (1821-1826) e um outro, “usurpador do trono”, por mais seis anos (1828-1834) que coabitou com as regências no exílio.
dc.description.versionFE18-183B-7837 | José Subtil
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.identifier.issn2183-3176
dc.identifier.slugcv-prod-4544235
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/8066
dc.language.isopor
dc.rightshttps://purl.org/coar/access_right/c_abf2en_US
dc.subjectRegência
dc.subjectD. João VI
dc.subjectCrise política
dc.subjectConstituição
dc.title“O Longo Ciclo Regencial e a Transição para o Regime Constitucional, (1786-1834)”en_US
dc.typejournal article
oaire.citation.conferenceDate2026
oaire.citation.endPage19
oaire.citation.issue25en_US
oaire.citation.locationPortugalen_US
oaire.citation.startPage1
oaire.citation.titleCadernos do Arquivo Municipalen_US
oaire.citation.volume1en_US

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31.-_O_longo_ciclo_regencial.pdf
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