BRICS+6: um alargamento para ficar tudo na mesma?

dc.contributor.authorCardoso, Daniel
dc.date.accessioned2025-03-14T17:06:16Z
dc.date.available2025-03-14T17:06:16Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractOs chefes de Estado dos BRICS, fórum constituído por África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia, decidiram, na sua mais recente cimeira anual realizada em Joanesburgo, aceitar a entrada de seis novos membros: Argentina, Arábia Saudita, Egipto, Emirados Árabes Unidos, Etiópia e Irão. Trata-se do segundo alargamento do bloco, depois da adesão da África do Sul em 2011. Dada a relevância dos membros originais e dos que agora se associam, é impossível ficar indiferente a esta movimentação, tornando-se necessário perceber as razões e as consequências do alargamento. Sobre isto os analistas dividem-se. Uns sugerem, recuperando a famosa frase do romance O Leopardo de Giuseppe Tomasi di Lampedusa, de que é preciso que tudo mude para que fique tudo na mesma. Para estes analistas, a entrada destes novos membros não altera significativamente a natureza do grupo, que continuará a ter pouca influência nas relações internacionais1. Outros sugerem que a entrada destes novos países não apenas reforça o bloco como o torna numa força incontornável das relações internacionais.
dc.identifier.issn2183-4814
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/7186
dc.language.isopor
dc.subjectRelações Internacionais
dc.subjectBRICS
dc.titleBRICS+6: um alargamento para ficar tudo na mesma?
dc.typejournal article
oaire.citation.editionOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
oaire.citation.titleJanus 2023- Anuário de conjuntura-Ibero-América: uma aproximação interdisciplinar à região

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