A cibernética na defesa da integridade dos estados. As possibilidades portuguesas, no seio da OTAN, no domínio da ciberdefesa

dc.contributor.advisorTomé, Luis
dc.contributor.advisorFraga, Luis Alves de
dc.contributor.authorPassos, Carlos Manuel Ferreira de
dc.date.accessioned2020-10-26T15:46:30Z
dc.date.available2020-10-26T15:46:30Z
dc.date.issued2020-10-06
dc.description.abstractEmbora Portugal não seja um key player na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), face às suas carências armamentistas, tem uma oportunidade única de qualificar melhor as suas estruturas e pessoal militar, no domínio da defesa cibernética, promovendo uma cultura de excelência, neste domínio, assegurando uma posição de destaque no seio da Aliança. A capacidade armamentista portuguesa é reduzida, e no seio da OTAN, Portugal ocupa o modesto 19.º lugar entre os 27. Mesmo comparado com países congéneres, como a Bélgica, a Holanda e a Dinamarca, países de média dimensão europeia, fundadores da OTAN e membros da União Europeia (UE) e da Organização das Nações Unidas (ONU), Portugal continua a não ter uma posição de destaque. Entretanto existe um novo domínio no teatro de operações militares – o ciberespaço, que se caracteriza como o sistema do caos, com um carácter de desterritorialização e omnipresente, sendo tão crítico para a defesa nacional e internacional quanto os domínios clássicos da terra, do mar, do ar e do espaço sendo por isso apelidado como o quinto domínio das operações militares. Assim, a juntar à imensa massa crítica e conhecimento que existe em Portugal sobre o ciberespaço e alavancado com a relocalização da NATO Communications and Information Systems School, de Latina (Itália) para Oeiras com a nova designação NATO Communications, Information and Cyber Academy, e fortalecido com a liderança do programa Smart Defence -Multinational Cyber Defence Education and Training Project, que prevê a criação de um currículo de Defesa Cibernética, que estabelecerá os fundamentos conceituais, doutrinais e didáticos do futuro trabalho da Academia, Portugal tem uma oportunidade única para construir um Centro de Excelência Nacional na área da Educação, Formação e Treino nos domínios da Cibersegurança e Ciberdefesa. Este polo, funcionando como Knowledge Hub, desenvolverá uma estreita ligação com a Academia, Indústria e outros espaços de inovação nacionais e internacionais. A investigação que conduziu à elaboração da dissertação, analisa como Portugal é um bom exemplo de como um pequeno país pode ter um papel importante na OTAN ao liderar uma área.pt_PT
dc.identifier.tid202524817pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/4624
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectciberdefesapt_PT
dc.subjectdomínio da defesa cibernéticapt_PT
dc.subjecteducaçãopt_PT
dc.subjectformação e treinopt_PT
dc.subjectquinto domíniopt_PT
dc.titleA cibernética na defesa da integridade dos estados. As possibilidades portuguesas, no seio da OTAN, no domínio da ciberdefesapt_PT
dc.typemaster thesispt_PT
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameDissertação de Mestrado em Relações Internacionais. Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionaispt_PT

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Dissertação_Carlos Passos_20160852.pdf
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