Ensino superior britânico: tradição e (r)evolução

dc.contributor.authorAmorim, Fernando
dc.date.accessioned2015-07-06T14:36:29Z
dc.date.available2015-07-06T14:36:29Z
dc.date.issued2006
dc.description.abstractAs raízes do surgimento dos processos de avaliação no interior do mundo universitário, tradicional reduto da liberdade de pensamento e de organização, sempre bem protegido de ingerências externas, extravasam os limites das fronteiras nacionais dos Estados e devem ser buscadas na generalizada explosão e massificação do ensino superior – Martin Trow (1974), do Centro de Estudos do Ensino Superior da Universidade da Califórnia-Berkeley, propôs como característica definidora desse fenómeno a taxa de 15% da população entre 18 e 24 anos matriculada no ensino superior – e numa reconfiguração de relações no triângulo de poderes formado pela universidade, o Estado e a sociedade em geral (Burton Clark, 1983), que conduziu à inclusão na agenda dos debates sobre o ensino superior de temas correlacionados, como os da expansão, diversificação, descentralização, autonomia, financiamento, mercado e competição internacional, de que o “Processo de Bolonha” é uma das últimas declinações.por
dc.identifier.isbn989-619-020-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1355
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2006/2006_2_1_2.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleEnsino superior britânico: tradição e (r)evoluçãopor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 2006: A nova diplomaciapor
dspace.entity.typePublicationen

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