A “razão humanitária” e a participação portuguesa

dc.contributor.authorNobre, Fernando
dc.date.accessioned2015-11-23T17:33:25Z
dc.date.available2015-11-23T17:33:25Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractAntes de proceder ao historial, muito parco infelizmente, da participação de organizações humanitárias portuguesas em paralelo com a presença das forças militares e de segurança em operações “com objectivos humanitários”, importa esclarecer que o que está em causa não é uma presença militar, per si, que sempre ocorreu nos vários palcos de conflito, precedida ou seguida de situações humanitárias graves, antes, uma mudança de paradigma com que as forças militares e as instituições humanitárias, em geral, acabam por ter que conviver. A presença de forças militares e de segurança em situações de conflito resulta hoje de um novo paradigma em que é invocada a “razão humanitária” como justificativo determinante da sua presença, quando não da própria génese da intervenção militar. Assim aconteceu recentemente na Somália, Bósnia, no Kosovo e até em Timor, no Afeganistão e no Iraque.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1995
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_3_14.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleA “razão humanitária” e a participação portuguesapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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