A alucinação como self inconsciente
Date
2006
Embargo
Authors
Advisor
Coadvisor
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Ediual
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
Carl Rogers não atribuiu grande relevância ao papel desempenhado
pelo inconsciente, apesar de ter reconhecido a sua existência sob a forma de
uma sub - percepção3 (comunicação pessoal de H. Swildens, 16 de Fevereiro
de 2003). Esta falta de atenção conduziu a uma escassez de literatura Centrada
no Cliente versando o inconsciente, com excepção de Conradi (1999),
Coulsen (1995) e Wilkens (1997). O presente artigo procura descrever uma
abordagem não - directiva e empática do inconsciente através do fenómeno
experiencial das alucinações. As primeiras pistas neste sentido emergiram no
trabalho concreto sobre as alucinações de clientes psicóticos (Prouty, 1994).
Keywords
Alucinação, self inconsciente
Document Type
Journal article
Publisher Version
Dataset
Citation
Identifiers
TID
Designation
Access Type
Open Access