A alucinação como self inconsciente

dc.contributor.authorProuty, Garry
dc.contributor.authorRibeiro, Ana Cunha
dc.date.accessioned2023-03-08T10:54:37Z
dc.date.available2023-03-08T10:54:37Z
dc.date.issued2006
dc.description.abstractCarl Rogers não atribuiu grande relevância ao papel desempenhado pelo inconsciente, apesar de ter reconhecido a sua existência sob a forma de uma sub - percepção3 (comunicação pessoal de H. Swildens, 16 de Fevereiro de 2003). Esta falta de atenção conduziu a uma escassez de literatura Centrada no Cliente versando o inconsciente, com excepção de Conradi (1999), Coulsen (1995) e Wilkens (1997). O presente artigo procura descrever uma abordagem não - directiva e empática do inconsciente através do fenómeno experiencial das alucinações. As primeiras pistas neste sentido emergiram no trabalho concreto sobre as alucinações de clientes psicóticos (Prouty, 1994).pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/5809
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherEdiualpt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectAlucinaçãopt_PT
dc.subjectself inconscientept_PT
dc.titleA alucinação como self inconscientept_PT
dc.typejournal articlept_PT
degois.publication.firstPage183pt_PT
degois.publication.lastPage205pt_PT
degois.publication.locationLisboapt_PT
degois.publication.titlePSIQUE - Anais de Psicologiapt_PT
degois.publication.volume2pt_PT
dspace.entity.typePublicationen

Files

Original bundle

Now showing 1 - 1 of 1
Loading...
Thumbnail Image
Name:
artigo_7.pdf
Size:
15.74 MB
Format:
Adobe Portable Document Format
Description: