Indústrias de Defesa

dc.contributor.authorSilva, António Mateus da
dc.contributor.authorAntunes, Carlos
dc.date.accessioned2015-12-29T15:21:18Z
dc.date.available2015-12-29T15:21:18Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractApesar da crescente aposta na participação portuguesa em projectos multinacionais no âmbito da indústria de Defesa, tanto no seio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) — Conferência dos Directores Nacionais de Armamento —, como da União da Europa Ocidental (UEO) — Grupo de Armamento da UEO —, torna-se urgente repensar toda a estrutura deste sector industrial em Portugal, sobretudo redefinindo o papel do Estado. Parece acertado afirmar que a manutenção de uma indústria de Defesa nacional credível e tecnologicamente competitiva, continua a ser essencial para um país, quer pelo facto de ela permitir a manutenção de alguma independência e auto-suficiência numa área tão sensível como a militar, quer por estas indústrias se revelarem excelentes pólos de desenvolvimento tecnológico, sobretudo quando interagem com o tecido industrial civil e com a comunidade académica.por
dc.identifier.isbn972-8129-27-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2303
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1998fa/1998fa_2_11.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleIndústrias de Defesapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJanus 1998: suplemento: as Forças Armadas Portuguesaspor
dspace.entity.typePublicationen

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