Associativismo em Marvila: criação de novos espaços públicos
| dc.contributor.advisor | Lobo, Inês | |
| dc.contributor.advisor | Ramalhete, Filipa | |
| dc.contributor.author | Moniz, Mariana de Carvalho Barreira | |
| dc.date.accessioned | 2022-02-09T12:44:25Z | |
| dc.date.available | 2022-02-09T12:44:25Z | |
| dc.date.issued | 2021-09-14 | |
| dc.description.abstract | O equilíbrio entre instituições públicas e privadas é um fator crítico para o desenvolvimento de uma cidade e da sua comunidade, principalmente porque isso permite que a população crie relações entre si e a própria cidade. O tema do associativismo tem vindo a desenvolver-se ao longo dos anos, provando ter uma enorme importância na vida social e económica da população no geral. Devido à sua criação, quase que proibida durante a Monarquia, ao seu total reconhecimento após a revolução de 25 de Abril de 1974, passando pelo período do Estado Novo, estas instituições mantiveram o seu propósito e a força para se tornarem naquilo que são hoje em dia. Hoje em dia, as associações são fundamentais para o desenvolvimento social, cultural, desportivo e económico das populações onde se encontram inseridas. Através do estudo do tecido urbano da área de Marvila, fica claro que a frente ribeirinha se desenvolve ao longo dos anos, deixando para trás muitos espaços abandonados e desocupados, que são muito importantes para o bem-estar da comunidade, devendo ser preservados e revitalizados. O presente trabalho tem como propósito o estudo da origem do associativismo assim como a sua importância no desenvolvimento da população. Através deste estudo, este trabalho visa responder às necessidades da zona de Marvila relativamente à falta de determinados tipos de associações e espaços físicos onde estas possam operar, após a análise de alguns desses espaços desocupados, a fim de criar um equilíbrio e um relacionamento com a sua envolvente e a comunidade. Além de criar novas áreas de socialização e também oferecer oportunidades para aqueles que precisam de uma fonte de rendimentos, primária ou secundária, a estratégia consiste em criar: um conjunto de hortas urbanas, para uso público e privado, mas também como ferramenta de ensino para os alunos que frequentam a escola vizinha; espaços de exposições, workshops, estúdios, escritórios; zonas de trocas de bens como mercado do levante, polos desportivos e um centro comunitário onde todas as gerações se poderão encontrar | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 202782468 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/5320 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.rights | open access | pt_PT |
| dc.subject | associativismo | pt_PT |
| dc.subject | memória | pt_PT |
| dc.subject | comunidade | pt_PT |
| dc.subject | socialização | pt_PT |
| dc.subject | associações | pt_PT |
| dc.subject | espaço público | pt_PT |
| dc.title | Associativismo em Marvila: criação de novos espaços públicos | pt_PT |
| dc.type | master thesis | pt_PT |
| dspace.entity.type | Publication | en |
| thesis.degree.name | Dissertação de Mestrado em Arquitectura | pt_PT |
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