Cinema e nova indústria de conteúdos

dc.contributor.authorMendes, João Maria
dc.date.accessioned2015-12-03T11:31:07Z
dc.date.available2015-12-03T11:31:07Z
dc.date.issued1998
dc.description.abstractSe as expressões criadas pela "novilíngua" institucional entrassem suficientemente depressa na linguagem corrente dos portugueses, 1998 seria o ano em que estaríamos a deixar de falar em "cinema", "televisão", "vídeo" e "novos media" como realidades autónomas e separadas, passando a designar o conjunto por "indústria de conteúdos". É talvez prematuro fazê-lo. Mas a fórmula já se instalou no léxico especializado da área e exprime uma tendência irreversível. A "indústria de conteúdos" — que produz objectos como filmes (em película e em vídeo), programas de televisão, jogos de computador, CD-roms e novos materiais especificamente concebidos para a World Wide Web — e a que outros europeus chamam "indústria dos imateriais", resulta do conjunto de actividades criativas e técnicas de todo o campo media. E é cada vez mais apresentada como a principal área de geração de riqueza e de empregos, no mundo tecnologicamente desenvolvido, particularmente nos EUA e na Europa, no primeiro troço do próximo milénio.por
dc.identifier.isbn972-8179-22-7
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2189
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1998/1998_3_24.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleCinema e nova indústria de conteúdospor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1998 - Relações com as grandes regiões do mundopor
dspace.entity.typePublicationen

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