Monsanto sobre Lisboa
Date
2014-10-28
Embargo
Authors
Coadvisor
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
Monsanto apresenta-se hoje como um território expectante. A sua história conta-se através de uma sobreposição
de acções desconexas, o que resultou num parque ambíguo e em larga medida hermético.
“A primeira e primordial arquitectura é a geografia”
1
- À questão geográfica,
somam-se muitas outras, mas no caso de Monsanto ela é uma questão crucial.
É primordial desde logo porque é um problema a resolver. A acentuada topografia de Monsanto impõe-se como uma das principais dificuldades ao uso do
parque. Monsanto carece de uma espacialidade contínua e pensada - a sua
paisagem perceptiva é confusa, como resultado de operações inacabadas e mal
sobrepostas. O parque carece também de ligações eficientes, alternativas ao
automóvel, à Lisboa urbana que o rodeia e que está separada por uma série de
barreiras que tornam a maior parte dos limites de Monsanto intransponíveis ao
peão.
O projecto dá resposta a estes problemas, tendo em vista um melhor uso do
parque, potenciando as qualidades inegáveis deste território.
1 Paulo Mendes da Rocha; Exame para o cargo de Professor Titular de Projeto de Arquitetura da
FAUUSP.
Keywords
palimpsesto, paisagem, miradouro, mobilidade
Document Type
Master thesis
Publisher Version
Dataset
Citation
Identifiers
TID
201247356
Designation
Mestrado Integrado em Arquitectura
Access Type
Open Access