O bloqueio na reforma do Conselho de Segurança
| dc.contributor.author | Macieira, Rui | |
| dc.date.accessioned | 2015-06-30T17:04:50Z | |
| dc.date.available | 2015-06-30T17:04:50Z | |
| dc.date.issued | 2006 | |
| dc.description.abstract | A necessidade de reforma do Conselho resulta de um deficit, se não de legitimidade, pelo menos, de representatividade: • quantitativa: em 1945, os 12 membros do CS representavam cerca de 1 em 4 dos Estados membros da organização. Em 1965, quando se efectivou o alargamento para 15 membros, o rácio era de cerca de 1 para 8. Hoje, o Conselho traduz um rácio de 1 para 13. • geográfica e cultural: os países ocidentais têm, entre membros permanentes (3) e eleitos (2), 1/3 dos lugares do CS (representando menos de 1/6 dos países do mundo). • de poder: os actuais 5 membros permanentes (P5) – EUA, Reino Unido, França, China e Rússia – são, de facto, os vencedores da 2ª guerra mundial, e na altura eram responsáveis por uma % elevadíssima do PIB, da população e das capacidades militares mundiais. Mantendo-se clara a relevância dos EUA, e sendo cada vez mais óbvia a da China, outros países consideram-se, pelo menos, com tanto direito a serem membros permanentes quanto a França, a Rússia ou o Reino Unido | por |
| dc.identifier.isbn | 989-619-020-8 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/1313 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | por |
| dc.relation.publisherversion | http://janusonline.pt/2006/2006_1_1_8.html | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.title | O bloqueio na reforma do Conselho de Segurança | por |
| dc.type | journal article | por |
| degois.publication.title | JANUS 2007: Religiões e política mundial | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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