Arquitectura da contradição : construir o frágil . Um refúgio na ilha da Berlenga
Date
2015-12-14
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Portuguese
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Abstract
Uma ilha é, por definição, um corpo de terra rodeado
por água. Uma ilha é um lugar necessariamente alternativo, separado e isolado pelo seu contorno. Construir numa ilha pressupõe uma deslocação. Como afima
Gilles Delauze “já não é a ilha que se separou do continente, é o homem que estando sobre a ilha encontra-se
separado no mundo”
A ilha implica sempre um viagem, seja ela mental ou
física.
Neste sentido, a tese assume, metaforicamente, a estrutura de uma viagem até à ilha: parte-se da ideia para a
matéria, do branco para o preto, do continente para a
ilha.
O inicio da viagem começa com uma dedução: a partir da noção abstracta de fragilidade propõe-se chegar
a consequências directas, tangíveis, reais e arquitectónicas.
A arquitectura, a que se vai chamar frágil, é definida e
ao mesmo tempo generosa, é um produto de conflito e
uma descontinuidade; é um cessar-fogo ténue entre o
absolutismo de uma ordem pré-existente e o anarquismo do caos.
Keywords
frágil, ilha, viagem, mar
Document Type
Master thesis
Publisher Version
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TID
201009170
Designation
Mestrado Integrado em Arquitectura
Access Type
Open Access