Arquitectura da contradição : construir o frágil . Um refúgio na ilha da Berlenga
| dc.contributor.advisor | Mateus, Francisco Aires | |
| dc.contributor.advisor | Moreno, Joaquim | |
| dc.contributor.author | Rosado, Maria Luís Pires Epifânio Prates | |
| dc.date.accessioned | 2016-01-25T11:43:42Z | |
| dc.date.available | 2016-01-25T11:43:42Z | |
| dc.date.issued | 2015-12-14 | |
| dc.description.abstract | Uma ilha é, por definição, um corpo de terra rodeado por água. Uma ilha é um lugar necessariamente alternativo, separado e isolado pelo seu contorno. Construir numa ilha pressupõe uma deslocação. Como afima Gilles Delauze “já não é a ilha que se separou do continente, é o homem que estando sobre a ilha encontra-se separado no mundo” A ilha implica sempre um viagem, seja ela mental ou física. Neste sentido, a tese assume, metaforicamente, a estrutura de uma viagem até à ilha: parte-se da ideia para a matéria, do branco para o preto, do continente para a ilha. O inicio da viagem começa com uma dedução: a partir da noção abstracta de fragilidade propõe-se chegar a consequências directas, tangíveis, reais e arquitectónicas. A arquitectura, a que se vai chamar frágil, é definida e ao mesmo tempo generosa, é um produto de conflito e uma descontinuidade; é um cessar-fogo ténue entre o absolutismo de uma ordem pré-existente e o anarquismo do caos. | por |
| dc.identifier.tid | 201009170 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/2463 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.subject | frágil | por |
| dc.subject | ilha | por |
| dc.subject | viagem | por |
| dc.subject | mar | por |
| dc.title | Arquitectura da contradição : construir o frágil . Um refúgio na ilha da Berlenga | por |
| dc.type | master thesis | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
| thesis.degree.name | Mestrado Integrado em Arquitectura |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1