GEBILDE: um espaço para habitar
Date
2021-07-21
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Language
Portuguese
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Abstract
As afinidades entre o campo da Arquitectura e o campo da Escultura são
inevitáveis e existem desde sempre. Contudo, esta relação de proximidade
tornou-se mais evidente a partir dos anos 60. Desse encadeamento,
podemos identificar a existência de um espaço continuum: um território
de limite difuso entre dois campos disciplinares autónomos, com
linguagens próprias.
Temos assistido a diversas incursões de artistas pelo campo da
Arquitectura, da mesma forma que arquitectos se têm aproximado da
Escultura. Para este diálogo, convocam-se dois textos fundamentais:
num primeiro momento analisa-se o ensaio de Rosalind Krauss no qual
propõe um novo olhar sobre o campo expandido da escultura na sua
relação com a arquitectura, e posteriormente estudam-se as reflexões
teóricas de Anthony Vidler que sugere uma reestruturação do campo
da arquitectura a partir de conceitos das artes plásticas. Neste território
indefinido e de contaminação recíproca encontramos obras difíceis de
catalogar às quais Hans Hollein denominou “gebilde” devido à ampla
definição do termo.
Através de um constante diálogo entre estes dois campos disciplinares,
e com recurso a casos de estudo concretos, propõe-se uma abordagem a
cinco conceitos: o caminho, a paisagem, a matéria, o espaço e o limite. Estes
temas reforçam a existência de um campo comum entre a Arquitectura e
a Escultura, e constituem o fio condutor para uma proposta projectual.
Um momento experimental formalizado na concepção de um espaço
para habitar na paisagem de Roncão, no Alentejo
Keywords
Arquitetura, Escultura, Gebilde, Campo Expandido, Experiência
Document Type
Master thesis
Publisher Version
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Citation
Identifiers
TID
202930823
Designation
Dissertação de Mestrado em Arquitectura
Access Type
Open Access