Presidências europeias – uma realidade mutante

dc.contributor.authorCosta, Francisco Seixas da
dc.date.accessioned2021-04-07T15:55:36Z
dc.date.available2021-04-07T15:55:36Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractQuem, distraidamente, olhar o modelo das presidências do Conselho da União Euro peia, constatando que a rotina da sua rotação semestral permanece intocável, pode ficar com a ideia de que o modo como cada Estado-membro é chamado a exercer essas funções permanece, basicamente, idêntico, desde o início das instituições europeias. Essa perceção é apenas ilusória. A realidade é bastante diferente. E há razões justificativas para isso. Desde a sua fundação, o processo integrador europeu viveu sob a necessidade de compatibilizar a eficácia operativa das suas instituições com a sujeição do modelo a constantes testes de legitimidade. Essa necessidade foi-se acentuando à medida que o leque de temáticas abrangidas pelo pro cesso integrador se foi diversificando – aprofundando, no jargão europês – e, muito em particular, a partir do momento em que áreas tradicionalmente reservadas ao poder soberano dos Estados – moeda, política externa e de defesa, justiça e assuntos internos – passaram a ser abordadas à mesapt_PT
dc.identifier.issn2183-4814
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/4908
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapt_PT
dc.relation.publisherversionhttps://observare.autonoma.pt/anuario/pt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectPolíticapt_PT
dc.subjectPresidênciaispt_PT
dc.subjectEuropapt_PT
dc.titlePresidências europeias – uma realidade mutantept_PT
dc.typejournal articlept_PT
degois.publication.locationLisboapt_PT
degois.publication.titleJanus 2020-2021 -As relações internacionais em contexto de pandemiapt_PT
dspace.entity.typePublicationen

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