A eutanásia e o testamento vital no atual ordenamento jurídico português
Date
2015-12-17
Embargo
Authors
Advisor
Coadvisor
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
No ordenamento jurídico português o tema da eutanásia, aliado com a crescente preocupação
com a moral/ética, os direitos fundamentais, a acrescida burocracia no que respeita às
decisões médicas e o Direito, propriamente dito, tem gerado uma grande polémica ao longo
dos tempos.
É, neste sentido, que importa referenciar os direitos fundamentais que podem ou não colidir
com a prática da eutanásia, tendo sempre presente o seu significado, alcance e supremacia.
Assim, surge o direito à vida, o princípio da autonomia privada e o princípio da dignidade da
pessoa humana como núcleo essencial dos direitos fundamentais associados ao princípio da
proporcionalidade em caso de conflito.
Quer isto dizer que o conflito de direitos e interesses que aqui se aprecia, tem como finalidade
descortinar os limites transponíveis e intransponíveis a que a prática da eutanásia poderia
levar.
Neste sentido, convém afastar a eutanásia dos cuidados paliativos – que têm como objetivo
diminuir e atenuar a dor e o sofrimento – e do testamento vital, no qual a pessoa pode, por
escrito, afirmar, enquanto possui condições para o fazer, quais os tratamentos médicos que
está ou não disposto a sujeitar-se.
Keywords
Eutanásia, Direito à vida, Dignidade da Pessoa Humana, Autonomia Privada, Testamento Vital
Document Type
Master thesis
Publisher Version
Dataset
Citation
Identifiers
TID
201005590
201005590
201005590
Designation
Mestrado em Direito. Especialidade em Ciências Jurídico-Políticas
Access Type
Open Access