Espaço-Tempo-Perceção. Habitar Alcácer do Sal: Entre Muros
Date
2016-03-07
Embargo
Authors
Coadvisor
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
O movimento como uma série de posições contínuas, dispostas numa sequência de momentos contínuos sobre o sujeito, apresenta-se pela desconstrução dos
seus elementos constituintes básicos, resultante em três conceitos, fenómenos de
potência. Introduzido inicialmente pelo representante físico (presença mensurável), na qual se injeta o coeficiente dinâmico, que imprime uma ordem e sequência
de mudança mesurado compreendido pelo sujeito de perceção. Este processo
define a ideia arquetipal do movimento no Espaço-Tempo-Perceção.
“O movimento ainda ligado àquele que percebe é uma variação de poder do
sujeito sobre o seu mundo”
1
Nesse caso o movimento é determinado como uma metáfora, uma ponte para uma
conceção da mudança (transformação, metamorfose, variações), que ultrapassa a
barreira física e entra no domínio cultural, espiritual e conceptual. A mudança
define não como o fenómeno que se esgota num mero deslocamento ou alteração
de posições físicas, mas também pode significar apenas um olhar diferente do
sujeito sobre esse físico (transformação espiritual do ser-espectador). Desencadeia
assim uma série de ações físicas e conceptuais que alteram a construção/perceção.
Sugere uma ambiguidade sobre a questão em que construímos porque habitamos
ou habitamos porque construímos.
Keywords
movimento, sequência, momentos, mudança, espaço, tempo, perceção
Document Type
Master thesis
Publisher Version
Dataset
Citation
Identifiers
TID
201097222
Designation
Access Type
Open Access