Projectar uma singularidade abrigo para pessoas e barcos

Date

2015-04-07

Embargo

Coadvisor

Journal Title

Journal ISSN

Volume Title

Publisher

Language
English

Research Projects

Organizational Units

Journal Issue

Alternative Title

Abstract

Há tanto céu por descobrir. Há imensos logradouros em Lisboa como o de Santa Isabel em Campo de Ourique. Há tantas outras praias e rochas naquela frente de mar em Leça da Palmeira. Muitas são as encostas de vales que podem ser ligadas como o do Vale da Carpinteira na Covilhã. E há tantas baías nas berlengas como a de Flandres. O que têm em comum estes espaços? O que os destaca dos outros lugares? O que os torna singulares? O trabalho procura compreender a definição de vazio, limite e lugar. Através de uma análise de casos práticos distintos no mundo da arquitectura, podemos identificar que este é o principal factor transformador de uma paisagem e é capaz de dar uma nova identidade ao lugar no sentido em que este passa a ter uma condição que o torna singular. A proposta de trabalho consiste num abrigo para pessoas e barcos na Ilha das Berlengas. Após uma análise à ilha e à costa marítima pretende-se ocupar umas das enseadas da ilha e trabalhar sobre o território marítimo. Compreender como se projecta um edifício sobre a água e que novos limites e novos espaços se podem gerar neste território. Perante as muitas enseadas, caracterizadoras da ilha das Berlengas, define-se que o abrigo ocupe apenas o espaço de água da Baía de Flandres, não tendo qualquer ligação física com a terra. No entanto, é importante manter sempre presente a terra como delimitador de um espaço. Perceber de que forma este território marítimo, ao ser intervencionado e habitado, passa a ter uma condição, através do seu enquadramento, ganhando singularidade.

Keywords

vazio, limite, lugar, singularidade

Document Type

Master thesis

Publisher Version

Dataset

Citation

TID

201246821

Designation

Mestrado Integrado em Arquitectura
Access Type

Open Access

Sponsorship

Description