O comércio externo português – das origens aos finais do século XIX

dc.contributor.authorEsteves, Hermínio
dc.date.accessioned2015-11-24T11:57:01Z
dc.date.available2015-11-24T11:57:01Z
dc.date.issued2000
dc.description.abstractFormado com a Reconquista, Portugal recebeu uma herança multissecular de influências, as quais, de algum modo, facilitaram, ou condicionaram, o desenvolvimento económico e tiveram reflexos no seu comércio externo. A agricultura, utilizando em larga escala as inovações deixadas pelos mouros, constituía a base da economia nacional nos primeiros tempos. A base rural da economia portuguesa, mais saliente no norte e centro do território, continuou no primeiro século e meio da sua História, que termina com a conquista do Algarve em 1249. Ao atingir-se o estuário do Tejo, em 1147, Portugal fica na posse de uma das regiões agrícolas mais férteis da península Ibérica, cuja exploração mereceu os cuidados do seu primeiro rei. Compreende-se deste modo que as trocas comerciais fossem mais escassas a norte do Tejo, enquanto no sul, onde a herança muçulmana era mais visível, as trocas comerciais eram mais frequentes.por
dc.identifier.isbn972-8179-30-8
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2028
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1999_2000/1999_2000_1_15.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleO comércio externo português – das origens aos finais do século XIXpor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 1999-2000 - Dinâmicas e tendências das relações externaspor
dspace.entity.typePublicationen

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