Bilateralismo “versus” multilateralismo: as lições de Timor-Leste

dc.contributor.authorSampaio, António
dc.date.accessioned2015-11-23T17:33:52Z
dc.date.available2015-11-23T17:33:52Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractNuma polémica entrevista em Junho de 2003, a representante de Portugal no Conselho de Administração do Banco Mundial, Helena Cordeiro, argumentou que Timor-Leste poderia ser um caso-piloto para Portugal testar uma nova forma de cooperação externa. Um formato que não descure os canais bilaterais mas que passe obrigatoriamente pela melhor utilização das instituições multilaterais e que fortaleça a colocação de quadros nacionais em estruturas como o Banco Mundial (BM) e a Organização das Nações Unidas (ONU). Na opinião de Cordeiro, é “lamentável” que Lisboa não utilize os mecanismos bilaterais e multilaterais de cooperação de forma mais coordenada, sendo essencial que Portugal vá além do papel meramente financeiro, levando à mesa dos organismos internacionais a sua experiência, quer no apoio a programas quer na capitalização dos recursos financeiros existentes”. “O uso dos instrumentos bilaterais pode ser maximizado se integrado numa óptica bilateral”, dizia na altura.por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1998
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_3_17.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleBilateralismo “versus” multilateralismo: as lições de Timor-Lestepor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.locationLisboapor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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