Medidas cautelares pessoais no processo penal: avaliação da necessidade da prisão cautelar preventiva e a competência do delegado de polícia para analisar as excludentes de ilicitude e o principio da insignificância na prisão em flagrante delito.

dc.contributor.advisorSIlva, Fernando
dc.contributor.authorSilva, Adelson José da
dc.date.accessioned2016-09-26T15:15:53Z
dc.date.available2016-09-26T15:15:53Z
dc.date.issued2016-09-09
dc.description.abstractEsta dissertação tem como objetivo, estudar os tipos de prisões cautelares existentes no Ordenamento Jurídico Brasileiro atual em especial as prisões preventiva e flagrante, bem como, as medidas cautelares inovadas por meio da Lei 12.403/2011, para mostrar a necessidade de tais medidas sem que venha necessariamente ocorrer prisões. Concluímos que tais medidas coadunam com o Princípio da Presunção de Inocência, conhecido também como Princípio da não Culpabilidade, pois este é um Direito Constitucional individual e prevalecerá às prisões dentro da razoabilidade e proporcionalidade, pois estes são direitos coletivos. Tais medidas cautelares, em especial as prisões, são mecanismos a que tem como objetivo dar garantia ao processo de conhecimento ou de execução. Portanto, temos como objeto, na presente dissertação, entender a incidência da prisão preventiva como medida cautelar excepcional em nosso ordenamento jurídico brasileiro, especialmente no campo da liberdade pessoal do cidadão. Procurou-se compreender em quais momentos a referida medida afronta os princípios constitucionais resguardados pela Constituição Federal Brasileira de 1988. Para tanto, foram utilizadas como perspectiva teórico-metodológica fontes bibliográficas, em que a doutrina utilizada mostrou uma maior reflexão sobre os pressupostos que legitimam a decretação da prisão preventiva, e as hipóteses de sua admissibilidade, como também a possibilidade do delegado de Polícia analisar as causas de excludentes antes da lavratura do APFD. Por meio dessas pesquisas, podemos concluir que se a prisão preventiva seja decretada fora dos limites permissivos por lei, e a falta de legitimidade para delegado analisar excludentes, ferirão os direitos fundamentais, especialmente os princípios que asseguram os direitos do cidadão, ficando claro desta forma a antecipação dos efeitos da pena.por
dc.identifier.tid201247747por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2759
dc.language.isoporpor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectPrisões Cautelarespor
dc.subjectProcesso Penalpor
dc.subjectLei 12.403/2011por
dc.subjectMedidas Cautelarespor
dc.subjectPrincípios Constitucionaispor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Direitopor
dc.titleMedidas cautelares pessoais no processo penal: avaliação da necessidade da prisão cautelar preventiva e a competência do delegado de polícia para analisar as excludentes de ilicitude e o principio da insignificância na prisão em flagrante delito.por
dc.typemaster thesispor
dspace.entity.typePublicationen
thesis.degree.nameDissertação de Mestrado em Direito. Ciências Jurídicaspor

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DISSERTAÇÃO ADELSON EM WORD - editada2.pdf
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