As garantias dos arguidos no processo penal português
| dc.contributor.author | Antunes, Maria João | |
| dc.date.accessioned | 2015-07-22T16:40:01Z | |
| dc.date.available | 2015-07-22T16:40:01Z | |
| dc.date.issued | 2004 | |
| dc.description.abstract | Segundo o Código de Processo Penal português o arguido é aquele contra quem for deduzida acusação ou requerida instrução num processo penal. A lei distingue o arguido do suspeito – pessoa relativamente à qual existe indício de que cometeu um crime ou de que nele participou. A constituição do arguido permite que o “suspeito” passe a gozar de direitos processuais autónomos, legalmente definidos: direito de defesa, de presença, de audiência, de silêncio, de assistência por defensor, de oferecer e de requerer provas, de recorrer e, finalmente, de ser informado dos direitos que lhe assistem. | por |
| dc.identifier.isbn | 989-619-020-8 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11144/1612 | |
| dc.language.iso | por | por |
| dc.peerreviewed | no | por |
| dc.publisher | OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa | por |
| dc.relation.publisherversion | http://janusonline.pt/2004/2004_3_4_3.html | por |
| dc.rights | open access | por |
| dc.title | As garantias dos arguidos no processo penal português | por |
| dc.type | journal article | por |
| degois.publication.title | Janus 2004: o mundo e a justiça | por |
| dspace.entity.type | Publication | en |
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