Museu na segunda linha de defesa da Juromenha: Vigilância e fronteira

dc.contributor.advisorMateus, Manuel Aires
dc.contributor.advisorBacchetta, Anna
dc.contributor.advisorMoreno, Joaquim
dc.contributor.advisorMateus, Francisco Aires
dc.contributor.authorVicente, Alexandre Carlos Guerreiro
dc.date.accessioned2013-08-06T16:22:09Z
dc.date.available2013-08-06T16:22:09Z
dc.date.issued2012
dc.description.abstractNo Sudoeste do país, onde a raia alentejana é esboçada pelo Rio Guadiana está a vila de Juromenha. A vila, antes uma zona de tensão, Praça-Forte de um sistema defensivo mais vasto de apoio a Évora e de defesa a Lisboa, dissipa-se hoje como uma silênciosa sentinela do tempo e da paisagem. Radica-se numa referência, a fortaleza e os seus possíveis planos de alteração e expansão, nomeadamente no projecto da autoria do Major Brandão de Sousa, em Dezembro de 1817. Portugal vivia, tal como a Europa, um período de tensões sociais geradas pela governação inglesa. Na raia alentejana, a condição de nacionalidade de Olivença ainda era uma situação pendente. Como resposta a esta condição e aos parcos meios disponíveis na Praça-Forte de Juromenha; o Major Brandão de Sousa elaborou um projecto para a Linha de Obras Provisórias à maneira de campo de batalha entrincheirado se devia adicionar-se à mesma Praça para aumentar a sua força. Dotaria assim Juromenha de uma maior capacidade de resposta face à situação não resolvida de Olivença. A tectónica deste projecto seria a mesma da arquitectura militar do Sul da Península Ibérica desde a ocupação romana, a taipa militar; material disponível, durável para posteriormente, caso fosse necessário, ser revestida por pedra e como tal, consolidada como linha defensiva abaluartada. Este trabalho pretende reflectir sobre os diversos aspectos da condição de limite, fronteira e vigilância, procurando enaltecer a paisagem como um lugar de contemplação, instabilidade e mudança. A proposta pretende não só valorizar esta ideia de retrospecção sobre o conceito de paisagem, mas também criar algo pela qual o próprio lugar se identifica.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/146
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectVigilânciapor
dc.subjectFronteirapor
dc.subjectPaisagempor
dc.subjectTorrespor
dc.titleMuseu na segunda linha de defesa da Juromenha: Vigilância e fronteirapor
dc.title.alternativeMuseum on the second line of defense of Juromenha: surveillance and frontierpor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublicationen

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