Guerras de baixa intensidade: o caso do Uganda
Date
2005
Embargo
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OBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboa
Language
Portuguese
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Abstract
As mudanças ocorridas na paisagem geoestratégica mundial, desde o final da Guerra Fria em 1989, colocaram-nos perante uma nova realidade que ainda hoje, mais de uma década depois, nos esforçamos por compreender. Uma realidade feita de novos e/ou renovados conflitos cada vez mais mortíferos e de duração cada vez maior. A verdade é que a explicação oferecida pela Guerra Fria para os todos os conflitos traduzia se numa análise bastante confortável que passava por uma grelha de leitura onde a confrontação ideológica entre as duas super potências assumia o papel de destaque. Neste quadro, todos os conflitos eram, redutoramente, entendidos à luz da bipolaridade vigente. Neste contexto, a intensidade e importância estratégica dos conflitos eram determinadas apenas pelo grau de envolvimento das duas super potências, estando estas impedidas de confrontação directa pela própria lógica da Guerra Fria que se travava (1).
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