Guerras de baixa intensidade: o caso do Uganda

dc.contributor.authorSafaneta, Maria João
dc.date.accessioned2015-11-20T15:31:21Z
dc.date.available2015-11-20T15:31:21Z
dc.date.issued2005
dc.description.abstractAs mudanças ocorridas na paisagem geoestratégica mundial, desde o final da Guerra Fria em 1989, colocaram-nos perante uma nova realidade que ainda hoje, mais de uma década depois, nos esforçamos por compreender. Uma realidade feita de novos e/ou renovados conflitos cada vez mais mortíferos e de duração cada vez maior. A verdade é que a explicação oferecida pela Guerra Fria para os todos os conflitos traduzia se numa análise bastante confortável que passava por uma grelha de leitura onde a confrontação ideológica entre as duas super potências assumia o papel de destaque. Neste quadro, todos os conflitos eram, redutoramente, entendidos à luz da bipolaridade vigente. Neste contexto, a intensidade e importância estratégica dos conflitos eram determinadas apenas pelo grau de envolvimento das duas super potências, estando estas impedidas de confrontação directa pela própria lógica da Guerra Fria que se travava (1).por
dc.identifier.isbn972-8892-28-4
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1929
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2005/2005_4_1_6.htmlpor
dc.rightsopen accesspor
dc.titleGuerras de baixa intensidade: o caso do Ugandapor
dc.typejournal articlepor
degois.publication.titleJANUS 2005 - A guerra e a paz nos nossos diaspor
dspace.entity.typePublicationen

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