Materialidade na auditoria de demonstrações financeiras. Um estudo sobre indicadores e práticas no contexto português

dc.contributor.advisorPontes, Sérgio Leonel Pinto da Costa
dc.contributor.authorMendes, Fernando Dáscalos de Figueiredo
dc.date.accessioned2025-10-17T10:19:19Z
dc.date.available2025-10-17T10:19:19Z
dc.date.issued2025-10-06
dc.description.abstractA auditoria de demonstrações financeiras desempenha um papel essencial na garantia da transparência e confiança nas informações financeiras. Dentro desse processo, a definição de materialidade é um dos aspetos centrais, pois permite avaliar o risco de distorções relevantes e orientar as ações do auditor na análise das demonstrações financeiras. Este trabalho tem como objetivo investigar os indicadores de quantificação do nível de materialidade adotado pelos Revisores Oficiais de Contas (ROC) em Portugal, analisando os indicadores e práticas utilizados no setor. O estudo parte do conceito de materialidade, que não é uma variável objetiva, mas sim uma determinação subjetiva, dependente de fatores qualitativos e quantitativos específicos de cada contexto. O objetivo da pesquisa é compreender como os auditores portugueses definem a materialidade nas suas auditorias e os fatores que influenciam essa definição, incluindo as características da empresa auditada, a experiência do auditor e o risco percebido de fraude. Para o efeito, foi realizada uma pesquisa empírica, através de um inquérito por questionário a um conjunto de Revisores Oficiais de Contas em Portugal. Os resultados da pesquisa indicaram que os auditores utilizam parâmetros quantitativos como o ativo total, o património líquido e o volume de negócios para determinar a materialidade, com faixas percentuais que variam de acordo com o tipo de entidade. No entanto, a definição da materialidade é também fortemente influenciada por fatores qualitativos, como o conhecimento prévio do auditor sobre a entidade e os riscos associados, além da experiência profissional do auditor. Portanto, reforça-se a ideia de que a materialidade é uma variável flexível, que exige um julgamento profissional contínuo, adaptado às circunstâncias específicas de cada auditoria, depende de um equilíbrio entre indicadores quantitativos e o julgamento qualitativo dos auditores e não de uma fórmula única para a determinação da materialidade.
dc.identifier.tid204029805
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11144/7509
dc.language.isopor
dc.subjectauditoria
dc.subjectnível de materialidade
dc.subjectRevisor Oficial de Contas
dc.subjectPortugal
dc.titleMaterialidade na auditoria de demonstrações financeiras. Um estudo sobre indicadores e práticas no contexto português
dc.typemasterThesis
thesis.degree.nameMestrado em Gestão de Empresas

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