ARQUIMETRIA: A Estatística Aplicada à Investigação em Arquitetura
| dc.contributor.author | Blasques, Francisco | |
| dc.contributor.author | Silva, Sérgio | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-27T16:32:16Z | |
| dc.date.available | 2025-03-27T16:32:16Z | |
| dc.date.issued | 2013 | |
| dc.description.abstract | Apesar da sua dimensão técnica muito ligada à construção, à métrica, aos sistemas de representação e à legalidade, a arquitetura distingue-se, essencialmente, pelo seu vínculo à questão humana e simbólica, consequentemente ao universo subjetivo. É com a ambição de mapear parte deste universo que nasce este projeto, que junta duas pessoas de áreas diferentes, numa análise quantitativa e estatística de algumas questões relevantes para a arquitetura. Como é que costuma usar a sua casa? O que gosta de ter perto, à mão? O que gosta de ter longe? Como gosta de ir de um sítio para o outro? Onde faz as coisas e onde não as quer fazer? Todas estas são questões que levantamos quando estamos a fazer um projeto de arquitetura. Muitas vezes, percebemos que as pessoas não sabem bem o que querem. Outras vezes, estão demasiado presas a imagens que viram e não sabem porque é que gostam delas. O trabalho do arquiteto é, muitas vezes, o de um tradutor. Tem de perceber o que o outro, realmente, pretende e saber as suas preferências. Enumerá-las e sistematizá-las torna-se, assim, uma necessidade para melhor compreender e traduzir aquilo que as pessoas pensam. A construção de modelos matemáticos permite-nos entender a forma como as pessoas lidam com determinados espaços e gerar formas de organização espacial, que pode ser traduzida no desenho de habitações ou de outros edifícios. Este parece-nos ser um instrumento importante de análise de espaços, programas, atividades e outras componentes que possam ter interesse para a percepção da realidade em arquitetura, bem como ajudar a complementar e corrigir as ideias pré-concebidas que temos do mundo. Isto não quer dizer que achemos possível que os modelos matemáticos substituam os arquitetos. Contudo, achamos que a análise matemática pode informar o arquiteto e ajudá-lo a decidir. Construir um modelo sobre a realidade, seja com que instrumento for, implica, sempre, uma simplificação brutal da mesma, estamos a escolher uma informação em detrimento de outra e, nesta escolha, muitos aspetos acabam por ficar de fora. Por outro lado, ao simplificarmos a complexidade do real, ganhamos escala de análise e, de forma muito concisa e particular, conseguimos isolar alguns elementos e estudá-los. | |
| dc.identifier.issn | 2182-4339 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11144/7224 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | open access | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/ | |
| dc.subject | arquimetria | |
| dc.subject | arquitetura | |
| dc.subject | estatística aplicada | |
| dc.title | ARQUIMETRIA: A Estatística Aplicada à Investigação em Arquitetura | |
| dc.title.alternative | ARQUIMETRIA: The Statistics Applied to Research in Architecture | |
| dc.type | research article | |
| oaire.citation.conferencePlace | Lisboa | |
| oaire.citation.endPage | 43 | |
| oaire.citation.issue | 3 | |
| oaire.citation.startPage | 37 | |
| oaire.citation.title | Estudo Prévio |