O ativismo judicial na Justiça do Trabalho. A omissão legislativa e o protagonismo judicial
| dc.contributor.advisor | Pereira, Thiago Rodrigues | |
| dc.contributor.author | Pedralli, Andriele Karine | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-22T08:55:38Z | |
| dc.date.available | 2026-05-22T08:55:38Z | |
| dc.date.embargo | 2029-05-11 | |
| dc.date.issued | 2026-05-11 | |
| dc.description.abstract | O ativismo judicial é hoje uma realidade incontestável e no campo dos direitos sociais se apresenta de forma contundente. Dentre os argumentos utilizados pelas vozes contrárias ao ativismo reside a violação ao princípio da separação de poderes, da reserva do possível e do princípio democrático. De outro lado, os defensores da atuação ativista do Poder Judiciário falam da necessidade de se concretizar as normas constitucionais e implementar direitos sociais, pois a omissão legislativa, ou executiva, não pode servir de pretexto para a falha na efetivação dos direitos fundamentais. No Brasil, os próprios Tribunais se atribuem essa “criatividade” e atuam “deliberadamente”, inclusive na efetivação de políticas públicas. Posição diametralmente oposta ocorre em Portugal. Dentro do direito juslaboral, da mesma forma, o protagonismo das decisões divide opiniões entre os que enxergam nesse ativismo uma ferramenta essencial para mitigar as desigualdades estruturais nas relações de trabalho, e aqueles que o veem como uma prática que pode comprometer a segurança jurídica. Nessa perspectiva, os defensores do ativismo argumentam que, em um cenário onde a legislação nem sempre acompanha a complexidade das relações trabalhistas, a intervenção judicial se torna indispensável para garantir a proteção dos direitos dos trabalhadores. Sob essa ótica, a atuação proativa dos juízes é vista como uma forma de equilibrar as forças em um campo onde, frequentemente, o trabalhador se encontra em desvantagem. Por outro lado, críticos do ativismo judicial alertam para os riscos de uma intervenção excessiva, que pode desestabilizar o equilíbrio normativo e gerar incertezas jurídicas. Atualmente, observa-se que a postura confiante e repetitiva do STF e do TST como legisladores positivos cresce exponencialmente, expondo tanto o Legislativo e o Executivo a críticas, face a sua inoperância, quanto o Poder Judiciário por “judicializar a política”. | |
| dc.identifier.tid | 204309310 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11144/7912 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | embargoed access | |
| dc.subject | ativismo judicial | |
| dc.subject | direitos fundamentais sociais | |
| dc.subject | separação de poderes | |
| dc.subject | omissão legislativa. | |
| dc.title | O ativismo judicial na Justiça do Trabalho. A omissão legislativa e o protagonismo judicial | |
| dc.type | masterThesis | |
| thesis.degree.name | Dissertação de Mestrado em Direito. Ciências jurídicas |
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