As relações entre o centro e a periferia no discurso do Desembargo do Paço (sécs. XVII-XVIII)
| dc.contributor.author | Subtil, José | en_US |
| dc.date.accessioned | 2026-09-28T13:47:01Z | |
| dc.date.available | 2026-09-28T13:47:01Z | |
| dc.date.issued | 2005 | en_US |
| dc.date.updated | 2025-10-21T15:30:17Z | |
| dc.description.abstract | A fórmula de despacho em portada foi a que, na maioria dos casos, 0 tribunal do Desembargo do paço seguiu para submeter à apreciação supe- rior as consultas relativas aos assuntos das câmaras depois de ter obtido as informações e os pareceres dos corregedores, provedores ou de outros ministros como o do Procurador da Coroa. Ou, então, quando decidia no quadro do seu regimento. O rei, por sua vez. responde nos despachos "Como parece". As excepções Vão para pretensões fora do ordinário ou quando os ministros deixam os em aberto com 0 acostumado "Faça-se justiça" (Fatjustitia). Todavia as propostas historiográficas para a caracterização do mode- lo de relação entre o centro e a periferia tenderão sempre a reconhecer fundamentos para apoiar a perspectiva centralizadora ou autonomista do poder, valorizando o poder Icxal ou as intenÑes centralizadoras. Acon- tece, porém, que o conhecimento mais recente da realidade administra- tiva e plítica do Antigo Regime é complexa demais para se deixar clas- sificar de forma tio simplista. Os objectivos, estratégicos ou efémeros, dos organismos envolvidos nas relações de poder, 0 plano doutrinário, as tradições que envolvem as práticas sociais, os recursos disponíveis e as motivações dos vários actores sociais, implicam alguma indeterminação na configuração global do sistema de poderes e estruturas de probabili- dades consoante os espaços onde se tecem as obediências, as desobe- diências e, portanto, os dispositivos disciplinares. E outras, ainda, são as questões quando se invocam outros poderes para além dcx; régios e municipais, como os poderes senhoriais, da Igreja e das comunidades com juí- zes ordinários. | |
| dc.description.version | FE18-183B-7837 | José Subtil | |
| dc.description.version | info:eu-repo/semantics/publishedVersion | |
| dc.identifier.isbn | 972-772-526-4 | en_US |
| dc.identifier.slug | cv-prod-55864 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/11144/8074 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Colibri/CIDE-HUS-UE | en_US |
| dc.rights | https://purl.org/coar/access_right/c_abf2 | en_US |
| dc.subject | Historiografia municipal | |
| dc.subject | Reformas Liberais | |
| dc.subject | Montemor-o-Novo | |
| dc.title | As relações entre o centro e a periferia no discurso do Desembargo do Paço (sécs. XVII-XVIII) | en_US |
| dc.type | book part | |
| oaire.citation.endPage | 261 | |
| oaire.citation.location | Portugal | en_US |
| oaire.citation.startPage | 243 | |
| oaire.citation.title | Os Municípios no Portugal Moderno, dos forais manuelinos às reformas liberais, organização de Mafalda Soares da Cunha e Teresa Fonseca, Lisboa, Colibri/CIDE HUS-UE, 2005 | en_US |
| oaire.citation.volume | 1 | en_US |
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- 18.-_As_relaA_A_es_entre_o_Centro_e_a_P__Os_MunicA_pios_no_Portugal_Moderno.pdf
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