Espaço público marginal. Varanda hiperfuncional na cidade de Lisboa

dc.contributor.advisorLobo, Inês
dc.contributor.advisorVaz, Joao
dc.contributor.advisorMoreno, Joaquim
dc.contributor.authorSantos, Ana Patrícia Neves
dc.date.accessioned2013-09-11T13:58:33Z
dc.date.available2013-09-11T13:58:33Z
dc.date.issued2013-07-22
dc.description.abstractA cidade de Lisboa é considerada “a” cidade das duas margens, centrada no grande vazio que é o Estuário do Tejo. Uma observação mais cuidada sobre o seu espaço público marginal, mostra-o como uma unidade de equilíbrio entre margens, tendo em conta os sistemas de lazer e cultivo, agregados aos sistemas “pesados” de carácter aéreo, fluvial e terrestre, oferecendo uma nova dinâmica da relação com a cidade. A análise de projeto que será discorrida é constituída por cinco fases distintas mas complementares, funcionando as mesmas como um ponto de equilíbrio entre as várias vertentes funcionais que nos dispomos a analisar, sucintamente, VARANDA; AEROPARQUE e a sua hiperfuncionalidade; o PARQUE MARGINAL DO TRANCÃO, como interface entre cidades marginais; a CFET, que alicerça um projeto inovador de redefinição da mobilidade fluvial no estuário e a CRET, ou seja, a interligação dos vários sistemas públicos coletivos da cidade a toda a construção que está inerente no que será demonstrado. Quer sejam elas criadas ou já existentes e adaptadas a todo o plano de conjunto e interligação comunicacional e funcional. A necessidade constante e cada vez mais premente da coordenação entre a arquitetura e o espaço público comum e a sua funcionalidade e complementaridade, obriga a reflexão sobre o tema da cidade, dos seus espaços públicos e comunais. Espaços esses socialmente ativos e mutáveis, onde a população se reúne, abriga, comunica e dialoga completando todos os laços existentes e necessários á funcionalidade da arquitetura como base de apoio á população e á cidade. O conceito de “varanda” surge como um fenómeno de interligação do sistema de espaços diversificados, mostrando uma perceptível relação entre o objecto construído, muitas vezes para uso exclusivamente pessoal. A cidade, a frente ribeirinha (neste caso em particular), a água e o parque urbano que surge como um programa hiperfuncional de relação directa com o estuário e as cidades e todo este conceito simbólico.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/166
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewednopor
dc.rightsopen accesspor
dc.subjectAMLpor
dc.subjectMobilidadepor
dc.subjectEspaço públicopor
dc.subjectVarandapor
dc.subjectMarginalpor
dc.titleEspaço público marginal. Varanda hiperfuncional na cidade de Lisboapor
dc.typemaster thesispor
dspace.entity.typePublicationen

Files

Original bundle

Now showing 1 - 3 of 3
Loading...
Thumbnail Image
Name:
Ana Neves part I.pdf
Size:
21.61 MB
Format:
Adobe Portable Document Format
Loading...
Thumbnail Image
Name:
Ana Neves.IIpdf.pdf
Size:
46.64 MB
Format:
Adobe Portable Document Format
Loading...
Thumbnail Image
Name:
(ananeves 3.pdf
Size:
39.49 MB
Format:
Adobe Portable Document Format