Impacto e alternativas para a prática de atividade física

dc.contributor.authorPedragosa, Vera
dc.date.accessioned2021-04-19T12:02:48Z
dc.date.available2021-04-19T12:02:48Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractA prática de atividade física nunca foi negligenciada pelo atual Governo entre o estado de emergência (18 de março) e o estado de calamidade (30 de abril). Numa primeira fase, estado de emergência, aconselhou-se manter a atividade física ao ar live, proibindo as formas coletivas, duas ou mais pessoas juntas. Na segunda fase, estado de calamidade, continuou a ser permitida a atividade física ao ar live desde que não envolvesse contacto físico, respeitando as regras de higiene e sanitárias: a) distanciamento mínimo de dois metros; b) impedimento de partilha de materiais; c) impedimento de acesso à utilização de balneários. Constata-se a importância de manter as pessoas ativas, física e mentalmente, numa sociedade em que a saúde pública é ameaçada e a crise económica um resultado inevitável, nos próximos tempospt_PT
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.26619/978-989-9002-16-6.27pt_PT
dc.identifier.isbn978-989-9002-16-6
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/4972
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewednopt_PT
dc.publisherUniversidade Autónoma de Lisboapt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.subjectDesportopt_PT
dc.subjectGestãopt_PT
dc.subjectCovid-19pt_PT
dc.subjectActividades desportivaspt_PT
dc.subjectSociedadept_PT
dc.titleImpacto e alternativas para a prática de atividade físicapt_PT
dc.typebook partpt_PT
degois.publication.lastPage92
degois.publication.locationLisboapt_PT
degois.publication.titleCrónicas COVID-19: gestão do desporto em tempos de crisept_PT
dspace.entity.typePublicationen

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28. Vera Pedragosa - Impacto e Alternativas Para a Prática de Atividade Física - COMPLETO.pdf
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